Gracias A La Vida
Composição: Violeta Parra (poetisa chilena)
lindamente cantada por Elis Regina
Gracias a la vida, que me ha dado tanto
Me dió dos luceros que cuando los abro
Perfecto distingo lo negro del blanco
Y en alto cielo su fondo estrellado
Y en las multitudes el hombre que yo amo
Gracias a la vida, que me ha dado tanto
Me ha dado el oído, que en todo su ancho
Traba noche y dia grillos y canarios
Martirios, turbinas, ladridos, chubascos
Y la voz tan tierna de mi bien amado
Gracias a la vida, que me ha dado tanto
Me ha dado el sonido y el abecedario
Con él las palabras que pienso y declaro
Madre, amigo, hermano y luz alumbrando
La ruta del alma del que estoy amando
Gracias a la vida,que me ha dado tanto
Me ha dado la marcha de mis pies cansados
Con ellos anduve ciudades y charcos
Playas y desiertos, montañas y llanos
Y la casa tuya, tu calle y tu patio
Gracias a la vida, que me ha dado tanto
Me dió el corazón que agita su marco
Cuando miro el fruto del cerebro humano
Cuando miro el bueno tan lejos del malo
Cuando miro el fondo de tus ojos claros
Gracias a la vida, que me ha dado tanto
Me ha dado la risa y me ha dado el llanto
Así yo distingo dicha de quebranto
Los dos materiales que forman mi canto
Y el canto de ustedes que es el mismo canto
Y el canto de todos que es mi propio canto
Gracias a la vida
quinta-feira, 9 de abril de 2009
A ALMA DO JORNALISMO
O dia 07 de abril é dedicado a comemorar-se o Dia Nacional do Jornalista. A data foi instituída em 1931, pela Associação Brasileira de Imprensa, em homenagem ao médico e jornalista João Batista Libero Badaró, assassinado em 22 de novembro de 1830, por inimigos políticos. Na ocasião, sua morte gerou um forte movimento popular que culminou com a abdicação de D. Pedro I, no dia 07 de abril de 1831. Um século depois, em 1931, por conta deste acontecimento a ABI institui o dia 7 de abril como Dia do Jornalista.
De momento o que se discute, porém, é a extinção ou alteração da Lei de Imprensa, em vigor desde 1967. Dia 01 de abril foi colocado em pauta no Supremo Tribunal Federal (STF) o julgamento de ação proposta pelo PDT, em 2008, que pede a extinção da Lei de Imprensa, por considerá-la uma afronta à liberdade de imprensa, uma vez que a lei tem sido usada para processar jornalistas. Em fevereiro de 2008, por liminar, o STF suspendeu a vigência de 20 dos 77 artigos da referida lei. A votação foi adiada para 15 de abril próximo, ocasião em que será julgada também a obrigatoriedade do diploma para jornalistas.
Com diploma ou sem diploma, o fato é que a informação jornalística ocupa lugar essencial para o pleno funcionamento da democracia, garantindo a cidadania, e estando presente em diversas causas decisivas que podem refletir nos rumos de uma cidade ou nação. Assim, a credibilidade é a alma do jornalismo. Os meios de comunicação devem divulgar fatos de interesse público, com precisão e correção, sendo uma atividade de natureza social, não sujeita a qualquer tipo de censura, respeitados os ditames da ética.
Ao proferir seu voto, pela extinção total da lei, o Ministro do STF Carlos Ayres Britto lembrou que a lei de imprensa criada em 1967, em plena vigência do regime militar, é incompatível com a atual Constituição. Para ele: “Em matéria de imprensa, não há espaço para o meio-termo ou a contemporização. Ou ela é inteiramente livre, ou dela já não se pode cogitar senão como jogo de aparência jurídica. É a trajetória humana, é a vida, são os fatos, o pensamento e as obras dos mais acreditados formadores de opinião que retratam sob todas as cores, luzes e contornos que imprensa apenas meio livre é um tão arremedo de imprensa como a própria meia verdade”.
Parabéns a todos os profissionais do jornalismo que, nos dizeres de Fábio Santana:
• Dedicam a vida a proliferar a informação
• Vivem correndo atrás da informação
• Investigam a fundo seus objetos de estudo
• Apuram a informação conquistada
• Ficam a pensar em novas pautas nos momentos mais inusitados
• Não se limitam a buscar “o que?”, “quem?”, “quando?”, “como?”, “onde?” e “por que?”, mas, principalmente, o “e daí?”
• Atuam com ética, sempre
• Respeitam colegas, veículos, leitores e a própria notícia
• Mantêm a isenção jornalística
• Levam a verdade a público
• Lêem e relêem sua criação antes de levá-la a público
• Enriquecem seu acervo mental
• Aprimoram suas técnicas
• Absorvem conhecimentos
• Produzem com estilo e personalidade
• Se comunicam com as pessoas em todos os níveis
• Cultivam sua rede de informações
• Viram noites trabalhando
• Mas não se esquecem de sua família e amigos
• E, acima de tudo, que são apaixonados pela sua profissão.
Iara Averbeck
O dia 07 de abril é dedicado a comemorar-se o Dia Nacional do Jornalista. A data foi instituída em 1931, pela Associação Brasileira de Imprensa, em homenagem ao médico e jornalista João Batista Libero Badaró, assassinado em 22 de novembro de 1830, por inimigos políticos. Na ocasião, sua morte gerou um forte movimento popular que culminou com a abdicação de D. Pedro I, no dia 07 de abril de 1831. Um século depois, em 1931, por conta deste acontecimento a ABI institui o dia 7 de abril como Dia do Jornalista.
De momento o que se discute, porém, é a extinção ou alteração da Lei de Imprensa, em vigor desde 1967. Dia 01 de abril foi colocado em pauta no Supremo Tribunal Federal (STF) o julgamento de ação proposta pelo PDT, em 2008, que pede a extinção da Lei de Imprensa, por considerá-la uma afronta à liberdade de imprensa, uma vez que a lei tem sido usada para processar jornalistas. Em fevereiro de 2008, por liminar, o STF suspendeu a vigência de 20 dos 77 artigos da referida lei. A votação foi adiada para 15 de abril próximo, ocasião em que será julgada também a obrigatoriedade do diploma para jornalistas.
Com diploma ou sem diploma, o fato é que a informação jornalística ocupa lugar essencial para o pleno funcionamento da democracia, garantindo a cidadania, e estando presente em diversas causas decisivas que podem refletir nos rumos de uma cidade ou nação. Assim, a credibilidade é a alma do jornalismo. Os meios de comunicação devem divulgar fatos de interesse público, com precisão e correção, sendo uma atividade de natureza social, não sujeita a qualquer tipo de censura, respeitados os ditames da ética.
Ao proferir seu voto, pela extinção total da lei, o Ministro do STF Carlos Ayres Britto lembrou que a lei de imprensa criada em 1967, em plena vigência do regime militar, é incompatível com a atual Constituição. Para ele: “Em matéria de imprensa, não há espaço para o meio-termo ou a contemporização. Ou ela é inteiramente livre, ou dela já não se pode cogitar senão como jogo de aparência jurídica. É a trajetória humana, é a vida, são os fatos, o pensamento e as obras dos mais acreditados formadores de opinião que retratam sob todas as cores, luzes e contornos que imprensa apenas meio livre é um tão arremedo de imprensa como a própria meia verdade”.
Parabéns a todos os profissionais do jornalismo que, nos dizeres de Fábio Santana:
• Dedicam a vida a proliferar a informação
• Vivem correndo atrás da informação
• Investigam a fundo seus objetos de estudo
• Apuram a informação conquistada
• Ficam a pensar em novas pautas nos momentos mais inusitados
• Não se limitam a buscar “o que?”, “quem?”, “quando?”, “como?”, “onde?” e “por que?”, mas, principalmente, o “e daí?”
• Atuam com ética, sempre
• Respeitam colegas, veículos, leitores e a própria notícia
• Mantêm a isenção jornalística
• Levam a verdade a público
• Lêem e relêem sua criação antes de levá-la a público
• Enriquecem seu acervo mental
• Aprimoram suas técnicas
• Absorvem conhecimentos
• Produzem com estilo e personalidade
• Se comunicam com as pessoas em todos os níveis
• Cultivam sua rede de informações
• Viram noites trabalhando
• Mas não se esquecem de sua família e amigos
• E, acima de tudo, que são apaixonados pela sua profissão.
Iara Averbeck
A FELICIDADE ANDA POR AÍ
"Dizem que a vida é curta, mas não é verdade.
A vida é longa para quem consegue viver pequenas felicidades.
E essa tal felicidade anda por ai, disfarçada, como uma criança tranqüila brincando de esconde-esconde.
Infelizmente às vezes não percebemos isso e passamos nossa existência colecionando nãos:
a viagem que não fizemos, o presente que não demos, a festa que não fomos, o amor que não vivemos, o perfume que não sentimos.
A vida é mais emocionante quando se é ator e não espectador; quando se é piloto e não passageiro, pássaro e não paisagem, cavaleiro e não montaria.
E como ela é feita de instantes, não pode nem deve ser medida em anos ou meses, mas em minutos e segundos.
Esta mensagem é um tributo ao tempo.
Tanto aquele tempo que você soube aproveitar no passado quanto aquele tempo que você não vai desperdiçar no futuro.
Porque a vida é agora...
Não tenha medo do futuro, apenas lute e se esforce ao máximo para que ele seja do jeito que você sempre desejou.
A morte não é a maior perda da vida.
A maior perda da vida é o que morre dentro de nós enquanto vivemos."
Texto: Dalai Lama
"Dizem que a vida é curta, mas não é verdade.
A vida é longa para quem consegue viver pequenas felicidades.
E essa tal felicidade anda por ai, disfarçada, como uma criança tranqüila brincando de esconde-esconde.
Infelizmente às vezes não percebemos isso e passamos nossa existência colecionando nãos:
a viagem que não fizemos, o presente que não demos, a festa que não fomos, o amor que não vivemos, o perfume que não sentimos.
A vida é mais emocionante quando se é ator e não espectador; quando se é piloto e não passageiro, pássaro e não paisagem, cavaleiro e não montaria.
E como ela é feita de instantes, não pode nem deve ser medida em anos ou meses, mas em minutos e segundos.
Esta mensagem é um tributo ao tempo.
Tanto aquele tempo que você soube aproveitar no passado quanto aquele tempo que você não vai desperdiçar no futuro.
Porque a vida é agora...
Não tenha medo do futuro, apenas lute e se esforce ao máximo para que ele seja do jeito que você sempre desejou.
A morte não é a maior perda da vida.
A maior perda da vida é o que morre dentro de nós enquanto vivemos."
Texto: Dalai Lama
segunda-feira, 30 de março de 2009
"A RESPOSTA DE DEUS"
Texto de Chico Xavier
“Que Deus não permita que eu perca o ROMANTISMO, mesmo eu sabendo que as rosas não falam.
Que eu não perca o OTIMISMO, mesmo sabendo que o futuro que nos espera não é assim tão alegre.
Que eu não perca a vontade de VIVER, mesmo sabendo que a vida é, em muitos momentos, dolorosa...
Que eu não perca a vontade de ter grandes AMIGOS, mesmo sabendo que, com as voltas do mundo, eles acabam indo embora de nossas vidas...
Que eu não perca a vontade de AJUDAR as pessoas, mesmo sabendo que muitas delas são incapazes de ver, reconhecer e retribuir esta ajuda.
Que eu não perca o EQUILÍBRIO, mesmo sabendo que inúmeras forças querem que eu caia.
Que eu não perca a VONTADE de amar, mesmo sabendo que a pessoa que eu mais amo, pode não sentir o mesmo sentimento por mim...
Que eu não perca a LUZ e o BRILHO no olhar, mesmo sabendo que muitas coisas que verei no mundo, escurecerão meus olhos...
Que eu não perca a GARRA, mesmo sabendo que a derrota e a perda são dois adversários extremamente perigosos.
Que eu não perca a RAZÃO, mesmo sabendo que as tentações da vida são inúmeras e deliciosas.
Que eu não perca o sentimento de JUSTIÇA, mesmo sabendo que o prejudicado possa ser eu.
Que eu não perca o meu forte ABRAÇO, mesmo sabendo que um dia meus braços estarão fracos...
Que eu não perca a BELEZA e a ALEGRIA de ver, mesmo sabendo que muitas lágrimas brotarão dos meus olhos e escorrerão por minha alma...
Que eu não perca o AMOR por minha família, mesmo sabendo que ela muitas vezes me exigiria esforços incríveis para manter a sua harmonia.
Que eu não perca a vontade de doar este enorme AMOR que existe em meu coração, mesmo sabendo que muitas vezes ele será submetido e até rejeitado.
Que eu não perca a vontade de ser GRANDE, mesmo sabendo que o mundo é pequeno...
E acima de tudo...
Que eu jamais me esqueça que Deus me ama infinitamente, que um pequeno grão de alegria e esperança dentro de cada um é capaz de mudar e transformar qualquer coisa, pois.... a vida é construída nos sonhos e concretizada no amor!”
Texto de Chico Xavier
“Que Deus não permita que eu perca o ROMANTISMO, mesmo eu sabendo que as rosas não falam.
Que eu não perca o OTIMISMO, mesmo sabendo que o futuro que nos espera não é assim tão alegre.
Que eu não perca a vontade de VIVER, mesmo sabendo que a vida é, em muitos momentos, dolorosa...
Que eu não perca a vontade de ter grandes AMIGOS, mesmo sabendo que, com as voltas do mundo, eles acabam indo embora de nossas vidas...
Que eu não perca a vontade de AJUDAR as pessoas, mesmo sabendo que muitas delas são incapazes de ver, reconhecer e retribuir esta ajuda.
Que eu não perca o EQUILÍBRIO, mesmo sabendo que inúmeras forças querem que eu caia.
Que eu não perca a VONTADE de amar, mesmo sabendo que a pessoa que eu mais amo, pode não sentir o mesmo sentimento por mim...
Que eu não perca a LUZ e o BRILHO no olhar, mesmo sabendo que muitas coisas que verei no mundo, escurecerão meus olhos...
Que eu não perca a GARRA, mesmo sabendo que a derrota e a perda são dois adversários extremamente perigosos.
Que eu não perca a RAZÃO, mesmo sabendo que as tentações da vida são inúmeras e deliciosas.
Que eu não perca o sentimento de JUSTIÇA, mesmo sabendo que o prejudicado possa ser eu.
Que eu não perca o meu forte ABRAÇO, mesmo sabendo que um dia meus braços estarão fracos...
Que eu não perca a BELEZA e a ALEGRIA de ver, mesmo sabendo que muitas lágrimas brotarão dos meus olhos e escorrerão por minha alma...
Que eu não perca o AMOR por minha família, mesmo sabendo que ela muitas vezes me exigiria esforços incríveis para manter a sua harmonia.
Que eu não perca a vontade de doar este enorme AMOR que existe em meu coração, mesmo sabendo que muitas vezes ele será submetido e até rejeitado.
Que eu não perca a vontade de ser GRANDE, mesmo sabendo que o mundo é pequeno...
E acima de tudo...
Que eu jamais me esqueça que Deus me ama infinitamente, que um pequeno grão de alegria e esperança dentro de cada um é capaz de mudar e transformar qualquer coisa, pois.... a vida é construída nos sonhos e concretizada no amor!”
quarta-feira, 18 de março de 2009
Filosofando sobre “Causa Perdida”
Você sabe o que é uma causa perdida? Existirá mesmo a tal? Poderíamos dizer que existem “causas” e “causas perdidas”? É chamada de “perdida” uma causa em que, a princípio, não se vislumbra chance alguma de se ter um resultado positivo. É aquela que já nasceu morta, por assim dizer. Já outras, mesmo aparentemente perdidas, tem alguma possibilidade de vingar. E vai lá saber como diferenciá-las!
Ocorre que, mesmo sendo considerada perdida a causa, a pessoa tem o sagrado direito de defesa, de lutar até o fim, muitas vezes em busca de um milagre. Advogados são surpreendidos, com certa freqüência, no escritório, com o aparecimento de causas ditas perdidas. Entre as atitudes adotadas pelo profissional, enumeram-se algumas interessantes. Num primeiro momento lascar: “Ah! Isso não é da minha área, vou te indicar um colega que lida com isso.” E passar a bola adiante. Saiu-se bem, não se complicou, não passou por burro, mas o colega indicado vai ficar uma arara... Outra atitude seria ser sincero e dizer claramente ao possível cliente que ele não tem chance nenhuma de ganhar. Que não há nada para ser feito e que ele se conforme, desde já. Tudo bem, falou a verdade nua e crua, mas será que esse cliente volta um dia? Também pode ocorrer que após ouvir toda a história do cliente, o advogado se compadeça e aceite a causa, mais por piedade do que por outro motivo. Mas como não há muito para fazer, pouco se faz e o negócio dá naquilo que já se esperava desde o início: em nada. O cliente fica muito bravo e ainda sai falando mal do advogado que “não fez nada”. Há aquele que nem ouve a história toda e, vislumbrando apenas mais um ganho, já sai dizendo: “Deixa comigo, que eu vou resolver. Não tem erro”. Mas não resolve nada e aí... Tem, ainda, aqueles que ouvindo a história do cliente aceitam a questão como um desafio. Não sem antes explicar todos os prós e os contras possíveis, analisar os diversos ângulos do assunto. Assumem a causa, mas deixam o cliente de sobreaviso: de que há chance de ganhar e chance de perder. De que no Direito não existem milagres, mas que serão exploradas todas as possibilidades. E qual a surpresa quando conseguem reverter a situação, resolvendo o caso! Às vezes, nem o próprio advogado acredita. Mas acontece.
Isso tudo para dizer que no Direito também vigora uma espécie de teoria da relatividade, onde as variantes são inúmeras. Mas as constantes deveriam ser o interesse pela causa, a persistência e o trabalho.
Você sabe o que é uma causa perdida? Existirá mesmo a tal? Poderíamos dizer que existem “causas” e “causas perdidas”? É chamada de “perdida” uma causa em que, a princípio, não se vislumbra chance alguma de se ter um resultado positivo. É aquela que já nasceu morta, por assim dizer. Já outras, mesmo aparentemente perdidas, tem alguma possibilidade de vingar. E vai lá saber como diferenciá-las!
Ocorre que, mesmo sendo considerada perdida a causa, a pessoa tem o sagrado direito de defesa, de lutar até o fim, muitas vezes em busca de um milagre. Advogados são surpreendidos, com certa freqüência, no escritório, com o aparecimento de causas ditas perdidas. Entre as atitudes adotadas pelo profissional, enumeram-se algumas interessantes. Num primeiro momento lascar: “Ah! Isso não é da minha área, vou te indicar um colega que lida com isso.” E passar a bola adiante. Saiu-se bem, não se complicou, não passou por burro, mas o colega indicado vai ficar uma arara... Outra atitude seria ser sincero e dizer claramente ao possível cliente que ele não tem chance nenhuma de ganhar. Que não há nada para ser feito e que ele se conforme, desde já. Tudo bem, falou a verdade nua e crua, mas será que esse cliente volta um dia? Também pode ocorrer que após ouvir toda a história do cliente, o advogado se compadeça e aceite a causa, mais por piedade do que por outro motivo. Mas como não há muito para fazer, pouco se faz e o negócio dá naquilo que já se esperava desde o início: em nada. O cliente fica muito bravo e ainda sai falando mal do advogado que “não fez nada”. Há aquele que nem ouve a história toda e, vislumbrando apenas mais um ganho, já sai dizendo: “Deixa comigo, que eu vou resolver. Não tem erro”. Mas não resolve nada e aí... Tem, ainda, aqueles que ouvindo a história do cliente aceitam a questão como um desafio. Não sem antes explicar todos os prós e os contras possíveis, analisar os diversos ângulos do assunto. Assumem a causa, mas deixam o cliente de sobreaviso: de que há chance de ganhar e chance de perder. De que no Direito não existem milagres, mas que serão exploradas todas as possibilidades. E qual a surpresa quando conseguem reverter a situação, resolvendo o caso! Às vezes, nem o próprio advogado acredita. Mas acontece.
Isso tudo para dizer que no Direito também vigora uma espécie de teoria da relatividade, onde as variantes são inúmeras. Mas as constantes deveriam ser o interesse pela causa, a persistência e o trabalho.
sábado, 28 de fevereiro de 2009
O ser humano e o mundo
É uma questão bastante ampla, mas resumidamente entendo que o ser humano é aquele que busca incansavelmente a felicidade. Esta seria até outra questão, contudo, vamos pensar: aonde quer o homem chegar com todas as suas ações, todas as suas descobertas, seus devaneios e sonhos?
Para mim, o ser humano é um ser em eterna aprendizagem. Mas há aqueles que acham que já sabem o bastante e que gostam de impor suas “verdades”, sem questionamentos, sem possibilidade de reflexão ou de contraditório. Não posso concordar com imposição de conceitos ou idéias. A liberdade de pensamento, o livre arbítrio, são ferramentas exclusivamente humanas. A possibilidade da diversidade de pensamentos, sem conflitos, só enriquece a convivência. O diálogo que se estabelece a partir das diferenças de opinião é criativo e construtivo. O ser humano, nesse ponto, é um ser privilegiado, pois capaz de interagir e transformar a realidade que o cerca. Transformar às vezes para o bem, às vezes para o mal. E esse é um grande desafio: até que ponto a ação humana pode ser direcionada na busca da felicidade?
O que penso do mundo. O mundo é o mundo, suprema redundância simplista. È tão vasto, tão cheio de possibilidades e paradoxalmente, com tão poucas oportunidades para alguns. Importa lançar nosso olhar crítico sobre ele, sem aceitar passivamente tudo o que se apresenta. Há que se questioná-lo incessantemente. Podemos analisá-lo sob inúmeros aspectos: mundo afora, mundo dos negócios, mundo social, mundos, enfim... Mundo é um universo de coisas, é o tudo de uma determinada coisa. O mundo como aquilo que é além do meu eu, exterior de mim, e ao mesmo tempo eu como ser nele inserido. Também posso fazer o "meu mundo e nada mais"... Mas enquanto ser humano é necessário avaliar todas as possibilidades de se interagir com esse mundo que nos cerca.
Para mim, o ser humano é um ser em eterna aprendizagem. Mas há aqueles que acham que já sabem o bastante e que gostam de impor suas “verdades”, sem questionamentos, sem possibilidade de reflexão ou de contraditório. Não posso concordar com imposição de conceitos ou idéias. A liberdade de pensamento, o livre arbítrio, são ferramentas exclusivamente humanas. A possibilidade da diversidade de pensamentos, sem conflitos, só enriquece a convivência. O diálogo que se estabelece a partir das diferenças de opinião é criativo e construtivo. O ser humano, nesse ponto, é um ser privilegiado, pois capaz de interagir e transformar a realidade que o cerca. Transformar às vezes para o bem, às vezes para o mal. E esse é um grande desafio: até que ponto a ação humana pode ser direcionada na busca da felicidade?
O que penso do mundo. O mundo é o mundo, suprema redundância simplista. È tão vasto, tão cheio de possibilidades e paradoxalmente, com tão poucas oportunidades para alguns. Importa lançar nosso olhar crítico sobre ele, sem aceitar passivamente tudo o que se apresenta. Há que se questioná-lo incessantemente. Podemos analisá-lo sob inúmeros aspectos: mundo afora, mundo dos negócios, mundo social, mundos, enfim... Mundo é um universo de coisas, é o tudo de uma determinada coisa. O mundo como aquilo que é além do meu eu, exterior de mim, e ao mesmo tempo eu como ser nele inserido. Também posso fazer o "meu mundo e nada mais"... Mas enquanto ser humano é necessário avaliar todas as possibilidades de se interagir com esse mundo que nos cerca.
Assinar:
Postagens (Atom)
